quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Momento de sabedoria do Gil Brother Away 3

"Não pagarei imposto! Agora vou viver ao Deus dará!"
Gil Brother Away, sobre os impostos no Brasil

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Momento de sabedoria do Gil Brother Away 2

"Cumpadi não, que eu não batizei o teu filho!"

Gil Brother Away, ao ser chamado de "cumpadi"

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Momento de sabedoria do Gil Brother Away 1

"No Rio de Janeiro não precisa ser dia de Cosme e Damião pra você ganhar bala."
Gil Brother Away

domingo, 14 de outubro de 2007

Nature's Revenge

Minhas tartarugas são lésbicas. Ou, pelo menos, uma delas é; não sei dizer qual, acho ambas iguais... Na verdade, nunca reparei, nem são minhas de verdade, são dos meus primos...

Mas a posse das tartarugas não é importante. O que importa é que, volta e meia, uma delas resolve "montar" em cima da outra (O Michelangelo - a Tartaruga Ninja... - provavelmente adoraria a cena). A tartaruga de baixo deve ficar amarradona... Porém, o tempo vai passando... E ela lá, esperando... Esperando... E nada acontece. Então, ela, emputecida, resolve sair de baixo... Derrubando a pobre tartaruga que está por cima... E esta, idiota, ao contrário dos felinos, SEMPRE cai de barriga para cima (algum dia passo manteiga na barriga delas, para ver se passam a cair direito...)!

O tempo vai passando, e o pobre réptil fica lá, tentando se virar... E se caga todo, no esforço. São fezes para todo lado... Ao Sol. E isso, na varanda em frente ao meu quarto, lógico...

Ah, que fragrância matinal... O doce aroma de fezes de tartaruga pela manhã... Não há melhor maneira de acordar.

Bicho nojento. Acho que vou por fraldas nelas... Ou cintos de castidade, sei lá... A droga do cheiro é horrível! E é claro que sou eu que tem que ir lá desvirar a criatura... Pelo menos, limpar o local não é minha responsabilidade...

Mas meu tormento animal não acaba aí... Há também os mosquitos. Ao longo dos anos, a seleção natural promovida por mim aqui em casa os tornou virtualmente imortais. Pode-se espremê-los entre suas mãos, ou contra as paredes, não importa, eles sempre saem voando ao se remover o que quer que os esteja tentando (inutilmente) esmagar...

O ventilador também é inútil; eles surfam nas correntes de ar com maestria... Devem achar refrescante.

Os remédios para mosquito também não são eficazes: a quantidade necessária para deixá-los zonzos a ponto de ser possível acertá-los e matá-los na base da violência total e irrestrita é tamanha, que acho que algum dia quem vai cair no chão, morto, envenenado, serei eu...

Me cobrir com lençol também é inútil...

Mas acho que esse deve ser o preço de se poder acordar ouvindo o som dos pássaros cantando, nas árvores... Se bem que eu aceitava ouvir uma versão gravada em MP3, para me livrar dos mosquitos...

Só o que ainda não dá para substituir é o cheiro da chuva; cheiro de terra molhada... Aqui, é muito bom quando venta e chove... Ouvir o som da água batendo no telhado; o farfalhar das folhas ao vento...

Claro que, se eu tivesse dinheiro, muito, de verdade, daria para fazer o que eu quisesse... Afinal, se é possível fazer nevar no deserto (para se esquiar, ainda por cima!), qual seria a dificuldade em se fazer chover sem mosquitos?

Preciso mesmo escavar uns poços de petróleo...

terça-feira, 9 de outubro de 2007

A vida imita a arte



Se não conseguirem ler, cliquem na figura e leiam a tirinha. Sinceramente, dispensa comentários.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Roll Out!

A casa onde moro (a maior parte do tempo...) tem garagem. Porém, hoje, voltando da UFRJ... No meio do caminho, tinha um carro. Tinha um carro no meio do caminho. Estacionado. Na frente da porta da garagem. E eu queria passar por cima.

O conceito de "garagem" é assim, tão complicado de se entender? Afinal, param na frente da minha o tempo todo! Sendo uma garagem, um carro deve ser capaz de entrar nela... Logo, o portão é enorme! Não é possível que os motoristas não enxerguem...


Teve uma vez em que um, meio sem graça, tentou se justificar, dizendo que não tinha nada escrito na porta da garagem... O que é simplesmente ridículo! Afinal, se o indivíduo é cego a ponto de não ver um portão "gigantesco", como vai ser capaz de ler um "Não Estacione, Garagem" escrito numa placa bem menor que o portão?

Li em algum lugar que não se deve atribuir a mau caratismo o que pode ser explicado pela estupidez. Acredito que seja impossível a alguém que dirige não ver uma porta de garagem... Mas seria realmente possível a existência, em seres humanos, de cérebros tão estúpidos e mal formados a ponto de não associarem "portão grande" a "garagem"? Ou seja, só pode ser mau caratismo...

Em algum documentário no Discovery, alguma vez, foi dito que, em 10% dos casos, as crianças não são filhas de seus "pais"; mamãe teria pulado a cerca... Dirigir, porém, me faz crer que este valor está absolutamente errado: a porcentagem de filhos da p#%@ nas ruas é muito maior!

Claro, não são somente os motoristas: os pedestres, também, são incapazes de compreender certos conceitos, como o de "calçada". Se existem calçadas, por que andar no meio da rua? O pior é que "meio", em alguns casos, não é força de expressão! Mas não importa, o maldito pedestre idiota se posiciona na rua de modo calculado a impedir que seu carro passe, sendo que a calçada a seu lado se encontra absolutamente desimpedida...

Tudo isso só me faz concluir que é muito triste ser pobre. A "força", em nossa sociedade, é a riqueza. Ser pobre significa que sou fraco e, por isso, deveria ser extinto (num caso extremo), ou me resignar a ter de lidar diariamente com tamanha estupidez. Mas eu não quero! Quero ser rico, e só andar de helicóptero!

Isso faz eu me lembrar de duas histórias que meu pai me contou uma vez. A primeira, ele presenciou em algum lugar, não lembro onde... Foi o seguinte: um senhor, em seu carrão milionário, se preparava para estacionar em uma vaga... Quando então uma garota acelera com seu carrinho, atrapalha a manobra do senhor, e pára na vaga onde ele estava estacionando. E, para piorar, sai do carro, e ainda vai debochar dele: "O mundo é dos espertos!", diz ela... O senhor, então, vai com seu carro, e começa a bater no carro dela, fazendo um estrago... A garota fica estupefata, sem saber o que fazer... Ele, então, para o carro em algum outro canto, e então vem até ela tranqüilamente e, com a maior calma, responde: "Não é, não. É dos mais ricos.", e vai embora, como se todo o estrago automobilístico que acabara de acontecer não fosse pesar absolutamente nada em seu bolso...

Nossa, como eu queria poder fazer isso... Não deixaria uma peça inteira dos carros que param na porta da minha garagem!

A segunda história aconteceu com meu pai, mesmo: quando ele estava aprendendo a dirigir, meu avô não deixava ele pegar o "carro de passeio", com medo de que meu pai o arrebentasse ("O que nunca aconteceria, pois sou piloto", ele diz...)... Então, meu pai saia com uma caminhonete (ou algo do tipo), de aço... Com motor de trator. O troço era um monstro...

Um belo dia, andando pela praia (em Aracajú - na época, neste local, havia uma única estrada, e só dava para passar um carro por vez), avistou mais adiante um cara, em seu carrão conversível, parado no meio da rua "mandando uma idéia" em alguma menininha da praia... Meu pai, então, teria dado uma businada "de leve", só para o cara dar uma manobrada e encostar o carro, de modo que meu pai então pudesse passar... O "preyboy", então, vendo aquele carro tosco e acinzentado atrás dele, resolveu aproveitar para "tirar onda" e impressionar mais a menininha da praia, num outro típico momento Animal Planet: julgou o adversário inferior, e então resolveu "crescer"; estufou o peito, empinou a crina, essas coisas... Berrou "Passa por cima!", e se virou, com um sorriso debochado, de volta para a garota, no melhor estilo “Viu como sou foda?”. Porém, ele não contava com a lataria de aço e o motor de trator... "Pois não.", disse meu pai, engatando a primeira... E rebocando (na verdade, empurrando) o conversível... Que não teve outra saída a não ser ir embora... E ficou sem a menininha!

Mané... Sun Tzu teria vergonha dele...

Por isso, acho que eu já ficaria feliz com um "monster truck"... Mas claro que eu só passaria por cima de quem merecesse... Seria um "Senhor Volante" moderado; não a versão corrompida pelo poder, que é o Pateta...

Realmente... Como já deve ter ficado claro: odeio dirigir, com todas as minhas forças!

E, para terminar, antes que alguém dê essa sugestão: não, não adianta ligar para o reboque. Ele quase sempre não aparece. E, quando aparece, já deu tempo de o indivíduo que tinha parado aqui se mandar, e um segundo parar na porta da garagem, e então ir embora, também...

Seria legal se eu pudesse dirigir um Autobot...

P.S.: Algum dia, ainda consigo correr com o carro a 144 km/h!

sábado, 6 de outubro de 2007

Cuidado com o que deseja

O marido chega em casa depois do trabalho e fala para a mulher:

"Querida, duvido que você consiga me falar uma frase que me deixe feliz e triste ao mesmo tempo."

A esposa, olha com desprezo para o marido e diz:

"Eu transei com o vizinho do 703 e o seu pênis é maior que o dele."




Lição: Cuidado com o que deseja. Pode virar realidade.