domingo, 27 de setembro de 2009

Genética


Regresso (temporariamente) à minha casa... Estava usando uma camisa nova...

Minha mãe: "Camisa nova? Quem te deu?"
Eu: "Minha tia..."
Minha mãe: "É? Por quê? Fez aniversário, por acaso?"
Eu: "Hãããã... Fiz?"
Minha mãe: "Ih, é!"

Eu ri muito... Hehehehe...

E ainda falam que "personalidade" e "comportamento" são coisas para a psicologia estudar... Fala sério; é pura biologia! Hehehe...

domingo, 20 de setembro de 2009

Dr. Octopus Vs China


Definitivamente, Otto Octavius não conhecia o DealExtreme. Para que se dar ao trabalho de lidar com o chorão do Harry Osborn e brigar com o Homem-Aranha para conseguir um pouquinho de trítio (2 nêutrons atochados no núcleo do Hidrogênio...), quando ele poderia ter conseguido um monte comprando umas "lanterninhas"?

Vilão mané.

P.S.: A tal "lanterna" brilha por 10 anos mesmo na mais completa escuridão? Que trítio o que; lá dentro tem, no mínimo, plutônio (já sei como abastecer meu DeLorean após conseguir meu Capacitor de Fluxo)! 10 anos deve ser o prazo para o troço todo decair (e o usuário adquirir câncer terminal)...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Gekigan Punch!


O blog não morreu. Só está complicado postar algo porque passo quase todas as horas do dia, a semana inteira, lutando contra o mal para salvar o mundo (ou, ao menos, um Estado da Federação)...

Assim como Daigouji Gai, esta equipe de redatores luta pela justiça desde criancinha.

Atenciosamente,

A Gerência.

domingo, 19 de julho de 2009

Paradoxo


Que "singularidade" que nada; o que realmente desafia a ciência é o Paradoxo do Pinóquio!

domingo, 5 de julho de 2009

Cultivando a Clientela


Eu já estava achando que a Gol não gostava de mim... Eu entrava na página deles, comprava as passagens e escolhia meu lugar no vôo. Tudo muito simples. Porém, na hora de embarcar, meu lugar era sempre alterado!

Uma vez, inclusive, fui colocado ao lado da saída de emergência. O atendente da Gol disse que o lugar era "super confortável", pois não havia poltrona na frente. Me enganou direitinho. A porcaria do assento não reclinava, e não tinha nem mesmo encosto para o braço que ficava do lado da saída de emergência (quer dizer, ter, tinha, mas era pequeno, e não dava para colocar o braço em cima)!

Em minha última volta ao Rio, notando mais uma vez que eu havia sido remanejado, questonei o porque disso à atendente da Gol que estava no local. Eu já sabia que ela não teria uma resposta para me dar, mas pelo menos eu manifestei minha indignação com a falta de respeito que a empresa vinha me demonstrando constantemente. E, claro, só recebi um sorriso amarelo e um pedido de desculpas esfarrapado.

Como eu não tinha como conseguir meu lugar original de volta, e como dessa vez não me colocaram ao lado da saída de emergência, me resignei e, quando chegou a hora do embarque, simplesmente fui para o meu novo lugar designado, pensando a respeito dessa questão de eu sempre ter o número do meu assento trocado. "Mas que porcaria de sistema, esse usado pela Gol!", matutava eu, e em seguida vinham os pensamentos nerds, relativos a bancos de dados e afins, tentando supor o que é que ocorria de errado, sempre.

Enquanto pensava nisso, eis que se senta, ao meu lado, uma ruiva bem interessante (e era ruiva de verdade; nada daqueles cabelos vermelhos pintados que parecem vindos de personagem de manga/anime).

Assim sendo: Gol, você está perdoada! Todos os seus pecados anteriores foram esquecidos!

Snoopy era impressionantemente depressivo...

E vejam só: a menina me deu o telefone dela, mesmo depois de eu ter feito uma referência ao Charlie Brown (que, é claro, se perdeu...)!

Como não podia deixar de ser, chamei a menina para sair, mas ela já "tinha um compromisso"... Ela falou para marcarmos para o final de semana seguinte, mas devido à minha atual ocupação, eu não estaria no Rio... Em todo caso, volto no próximo. Veremos o que vai acontecer.

P.S.1: Ao deixar o Rio, dessa última vez, meu lugar não foi alterado!

P.S.2: Sempre que quiser alterar meu lugar e me colocar ao lado de uma mulher bonita, sinta-se à vontade, Gol!

terça-feira, 12 de maio de 2009

NCC-1701


Como não sei fazer resenha de filme, criticar atuações, e afins, vou só contar os pequenos aspectos da história que me incomodaram (e que impediram esse filme de ser extremamente bom -mas ainda assim distante do "absolutamente genial"-, na minha opinião, ao invés de "somente" muito divertido). Ou seja, muitos spoilers.

Mas primeiro, um elogio: ao "brincar" com viagens no tempo, gerando uma realidade alternativa, distinta da realidade mostrada nas demais séries e filmes anteriores, o roteirista conseguiu se livrar da ira dos fãs xiitas, que no caso puderam simplesmente aproveitar o filme sem se incomodarem com inconsistências (que fatalmente existiriam caso o filme estivesse relacionado a tudo o que já veio antes) ou leves alterações nas personalidades dos personagens. Ponto para ele!

Mas vamos aos "problemas".

Primeiramente, a cena do jovem Kirk dirigindo o carro (presente inclusive em trailers). A troco de que o moleque joga o carro do alto do penhasco? Só para "pagar de rebelde"? Ridículo! Isso não faz do guri-Kirk um rebelde, somente um idiota. Ficaria melhor se ao menos desse a entender que ele jogou o carro no desfiladeiro por acidente, enquanto tentava fugir do policial.

Outro problema: mostrarem a construção de uma nave daquele tamanho na Terra, e não no espaço. Sem chances.

Mais um problema: vulcanos "não tem emoção", mas o pequeno Spock era vítima de bullying em sua escolinha alienígena? Como pode? Os vulcaninhos "puro-sangue" não deveriam apresentar as emoções que os tornariam os pequenos pela-sacos que iam lá o tempo todo perturbar o Spockzinho por ele ser um híbrido...

Uma "piorada" na história: no teste do Kobayashi Maru original (Khaaaaaaaaaaaaaaaannnn!!!!), o Kirk ganha do "programa invencível" reprogramando-o, fazendo com que os "Klingons virtuais" tivessem medo de enfrentar o "terrível Capitão Kirk" (ou algo assim) em combate... Nessa nova versão, o Kirk também reprograma o teste, porém, faz com que "do nada" as naves Klingons da simulação percam seus escudos (e não apareçam os "infinitos reforços" normais), tornando-as alvos fáceis... Prefiro a reprogramação original...

Mais um problema: ao destruírem o planeta Vulcano, acho que exageraram na contagem de terem sobrevivido somente 10 mil membros da espécie (e quem liga para a fauna e a flora do planeta?)... Isso é muito pouco! Uma raça tão avançada permaneceu vivendo em um só planeta? Acho que com 10 mil se consegue a variabilidade genética necessária para se perpetuar a espécie (estou chutando; não tenho esse conhecimento), mas tendo em vista toda a tecnologia disponível, acho que deveriam ter trocado os 10 mil por 10 milhões... Ficaria melhor...

Mas também, o que importa o conceito de "variabilidade genética"? O Spock é um híbrido de humanos e vulcanos! Espécies diferentes! Ele nem mesmo poderia existir! E, no entanto, está lá, cumprimentando os outros, mostrando a palma da mão e separando o dedo médio do anelar...

Agora, o que eu acho que mais deve incomodar "em termos de roteiro" foi a extrema coincidência de o Kirk, tendo sido isolado pelo Spock do presente (dessa realidade do filme) em um planeta gelado, ter caído pertinho do lugar onde o Spock do futuro (da realidade original de Jornada nas Estrelas) estava... Como assim? Ambos não somente foram largados no mesmo planeta, como foram deixados juntinhos um do outro? E, para completar, estavam próximos de um posto avançado da Federação, neste mesmo planeta, onde estava o Scotty (o engenheiro, único membro da série clássica que ainda não estava na Enterprise até então)? Deus Ex Machina demais...

Por fim, temos a questão da "matéria vermelha"... Uma única gotícula é capaz de produzir um buraco negro com prazo de validade (como o que foi usado para consumir o planeta Vulcano e depois desapareceu...)... Se é assim, a quantidade de matéria vermelha presente naquela esfera enorme, "explodindo", deveria ter um efeito estupidamente devastador... Mas não... Foi só uma "singularidadezinha" ligeiramente mais vitaminada que o buraco negro que detonou o planeta Vulcano... Acho que o roteirista não se tocou da questão das proporções, nesse caso...

Se não fossem esses "pequenos problemas" que mencionei, o filme realmente teria sido extremamente bom!

Em todo caso, recomendo fortemente! Que eu me lembre agora, foi fácil o melhor filme do ano! Além do que, há tempos que eu não via um filme de ficção científica bom! O último foi qual, Serenity?

Agora, alguns recados:

George Lucas, veja esse filme, e aprenda como revitalizar franquias sem ofender os fãs mais antigos e destruir a obra original!

Warner, seja gananciosa, e libere o dinheiro para que seja feito um filme para cinema (espetacular, claro) situado no universo de Babylon 5, investindo no agora ressuscitado filão de ficção científica espacial!

Ah, até parece, a Warner não consegue nem mesmo dar um jeito na sua franquia de super-heróis...

Mas enfim, esse filme foi mesmo uma boa surpresa... Eu estava esperando algo absolutamente descerebrado; somente um grande videoclipe de cenas de ação despropositais e inverossímeis... Que bom que me enganei.

Vida longa e próspera.

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Update:

Mais uma reclamação, da qual me lembrei agora:

Kirk e Sulu caindo. Os computadores da Enterprise, pelo fato de eles não estarem "parados", não consegue fazer o teletransporte, então por causa disso o Chekov tem que fazer os cálculos "na mão"... E eu pergunto: como assim?

Os sistemas da Enterprise conseguem fazer contas de dobra espacial! Conseguem fazer contas para realizar um teletransporte! E vejam só: estar "parado" ou "se movendo" é algo relativo! O computador que faz as contas do teletransporte já tem que compensar, por exemplo, o fato de as pessoas sendo teletransportadas estarem numa superfície planetária, que tem rotação e translação (entre outras coisas)! Adicionar uma "velocidadezinha" (mesmo que variando, por conta da aceleração promovida pela gravidade de Vulcano, que devia ser mais ou menos igual à da Terra) a mais em um único vetor não é nada!

"Fica claro" que essa conta já é feita por uma questão de inércia: você remove alguém de uma superfície planetária, e a coloca sobre a plataforma de teletransporte no interior da Enterprise e, no instante seguinte após o término do teletransporte, a pessoa é arremessada com a mesma velocidade de translação do planeta em que estava em questão em direção a alguma parede da nave, e então se transforma em purê? Não!

No caso, se não fosse assim, ao serem teletransportados em queda livre, o Kirk e o Sulu iriam se estatelar no chão da plataforma de teletransporte da mesma forma...

Ou seja, tudo isso também torna a questão da morte da mãe do Spock ridícula, afinal, ela morreu porque também começou a "cair" no meio de um teletransporte...

Tudo isso só faria sentido caso fosse definido que a velocidade relativa entre as entidades teletransportadas e a Enterprise tivesse de ser zero para que o teletransporte fosse bem sucedido... Ou talvez nem assim! Afinal, por exemplo, imaginem que a Enterprise se encontra em órbita geoestacionário, e o indivíduo a ser teletransportado está do outro lado do planeta... Se as posições relativas entre ambos tivessem de permanecer inalteradas, o teletransportado iria reaparecer de cabeça para baixo na plataforma! Além do que, tenho certeza de que a matemática envolvendo teletransporte teria de levar em conta o Princípio da Incerteza de Heisenberg... Hehehehe...

E vejam só, nem mesmo estou reclamando de o Chekov ter tido de correr da ponte de comando até a sala dos teletransportadores para efetuar o teletransporte... Afinal, no futuro, eles desconhecem o conceito de "rede de computadores"? O Chekov não poderia acessar esses sistemas de teletransporte da ponte de comando, mesmo? Mas tudo bem, essa eu "deixo passar", afinal, nunca projetei uma nave espacial, e esse "problema" poderia ser explicado por uma questão de segurança, modularidade, ou sei lá mais o que...

Só ratificando, pois pode não ter ficado muito claro após tantas reclamações: eu gostei do filme!

Como sempre, só faltou mesmo uma consultoria científica mínima... Hehehehe...

domingo, 10 de maio de 2009

Feliz Dia das Mães!


Fui no aniversário de uma tia minha (irmã da minha mãe), na Lapa.

Lá, num determinado momento, havia uma menininha bonitinha e rebolativa, dançando pertinho de mim... De repente, a música pára, e se instaura, por alguns instantes, um silêncio sepulcral.

Nessa hora, minha mãe (que normalmente já fala alto, mas estava falando ainda mais alto por ter adaptado o tom de voz ao barulho normal do ambiente) vira para mim e pergunta: "E então, você vai fazer exame de fezes?"*...

Muito bem! Boa! Parabéns, mãe!

Então, um feliz Dia das Mães a todas essas mulheres que têm por missão constranger sua prole!

*Só esclarecendo: nesse dia, horas antes, um primo meu havia comentado que estava mal, e que havia feito exame de fezes e, assim, descoberto a origem de seu problema... Ele disse que não tinha como saber se o problema era a porca comida da faculdade, ou se era a comida da minha casa (muita salada...), e que por conta disso recomendava que eu também fizesse tal exame...

O parágrafo acima é inútil para a história; só o escrevi para indicar que minha mãe não é maluca (mentira, é, sim... hehehe...) e que não tirou a história do exame de fezes do nada...