terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Mais uma volta no quarteirão...

Em breve o nosso planeta terá dado mais uma volta em volta do Sol, repetindo uma "monótona" rotina de pelo menos 4 bilhões de anos. E já que desejei feliz aniversário de amigo imaginário, desta vez desejo Feliz Nova Órbita Solar! Que nosso planeta consiga dar outra volta sem perturbações, tempestades solares ou qualquer outro tipo de cataclisma cósmico!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Feliz.. ....... ....... feliz alguma coisa !

Feliz aniversário de amigo imaginário para todos. Amigo imaginário legal esse, já que ele faz aniversário e a gente que ganha presentes.

Como não tenho nada pra escrever, só posso recomendar o blog Pharyngula. Cliquem aqui e se divirtam.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Joanetes


Fui numa apresentação de balé da minha irmãzinha... E, mais uma vez, desnecessário dizer que genética é um problema...

A garota não dava um sorriso; ficou o tempo inteiro com a mais pura expressão de indiferença no rosto...

Para piorar, não sei se era falta de confiança ou o que, mas ela só fazia os movimentos depois que as demais coleguinhas já os tinham feito (o que, além de atrasados, os deixava "duros", sem "fluidez")...

Se não era a pior, era uma das piores menininhas dançarinas...

Espero que o fogo no rabo que virá na adolescência corrija isso, caso contrário, ela vai ter problemas em arrumar "peguetes"... Hahahahaha...

Olha só, que irmão esquisito que eu sou... Em meu lugar, outros estariam agradecendo a perspectiva de ter uma irmã "com vocação para freira", que não conseguiria sair dando por aí... Já eu me preocupo com o oposto, isso é, no caso de ela não conseguir sair dando por aí! Hahahahahahaha...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Na Índia a vaca é sagrada

Beijo de língua

Uma amiga minha estava reclamando que tinha ido num bar/boate/algo do tipo "acompanhada" e que, lá chegando, foi, sei lá, ao banheiro e, ao voltar, viu seu acompanhante de papo com outra garota. E, como ela "sabia" que a outra garota estava dando mole para o cara, e que ela estava "vendo" que ele estava correspondendo, deu um piti e dispensou o cara ali mesmo.

O cara, então, seria um "galinha", e a mulher, uma "vaca"...

Expliquei então para a minha amiga como funcionam as coisas (parece que só eu prestei atenção às aulas de biologia): o homem produz espermatozóides o tempo todo; já a mulher já nasce com todos os seus óvulos, ou seja, sua quantidade é limitada. Como o recurso do homem (espermatozóides) é abundante, e o da mulher é limitado (óvulos), o homem não se incomoda em "pegar geral", enquanto que a mulher tem que escolher muito bem seu parceiro, para não desperdiçar o recurso. Conclusão: de fato, quem escolhe o parceiro é a mulher.

De novo, como o recurso é escasso, a mulher deve escolher muito bem. Deve lançar mão de todas as estratégias possíveis e imagináveis. E uma dessas estratégias é a pré-seleção: se uma mulher já escolheu um homem, isso significa que esse homem deve ter algo que preste, logo, faz sentido que outras mulheres invistam nele, tentando tomá-lo da rival.
Vaca pré-adolescente emo, fã de Crepúsculo, Lua Nova e afins

Minha amiga rebateu dizendo que não é porque somos feitos para agir assim que esse comportamento feminino seria socialmente aceitável.


Rebati dizendo que submarinos andam debaixo d'água, e aviões voam. Ninguém espera que um avião ande debaixo d'água, ou que um submarino voe. E isso simplesmente porque, de novo, submarinos foram feitos para andar debaixo d'água e aviões para voar. Sendo assim, por que as pessoas acham que os seres humanos devem agir de um modo diferente da forma como foram feitos para agir?

Essa repressão só serve para deixar as pessoas malucas, e dar emprego aos psicólogos (se dependesse de mim, pelo visto, essa profissão seria extinta, hehehehehe...)...
Vaca fazendo análise

Além disso, para exemplificar, enumerei umas 3 vezes em que me recordava que esta amiga havia feito a mesma coisa (isto é, "ficar dando em cima dos homens alheios")...


Desnecessário dizer que minha amiga parou de responder nesse instante (acontece sempre; já, já, ela volta a falar comigo)... Hehehehe...
Vaca-Aranha
Não tem nada a ver com o texto; só está aqui porque acho a imagem engraçada.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Da real natureza de todas as coisas


Na minha casa, as formigas comem até cebola. Eu nunca imaginei que formigas fossem capazes disso... Seria ignorância minha, ou elas é que são mutantes?

Acho que deve ser o ambiente... Meu cachorro (um filhote de labrador - por enquanto é fêmea, mas vou deixá-la decidir melhor quando crescer...) é, aparentemente, vegetariano.

Tá, mentira. Nunca dei carne para ele para ver se o bicho come ou não... Mas ele come ração... Não que eu acredite que tem carne de verdade misturada naquilo... Quem sabe uma ou outra salmonela...

Mas enfim, o bicho come brócolis, couve-flor, milho, cenoura... Até lambe limão, e com vontade! Só pode ser louco, afinal, cachorros não deveriam ser carnívoros? "Dentes caninos", certo?

Se bem que já fizeram ração com chicórea... Mas eu nunca achei que fosse de verdade.

Mas pode ser também que simplesmente a cadelinha esteja sendo treinada para isso: minha mãe-de-criação-prima-de-quarto-grau-dona-da-casa-onde-moro (minha família é complexa, como verificam minhas professoras de chinês, que até hoje nunca conseguiram entender quando eu explico minha estrutura familiar - acho que nem existem palavras no vocabulário chinês para que eu possa explicar adequadamente, mas chega de divagar) fica dando essas coisas para o animal comer para que, quando eu for verificar se ela (minha prima) comeu tudo que eu a mandei comer (senhora de terceira idade teimosa...), ela possa dizer que sim, quando na verdade jogou tudo no chão para o cachorro...

Mas eu acho que o pequeno (agora, afinal, é um labrador) quadrúpede não deveria aceitar esse treinamento; seria algo absolutamente contrário à sua natureza canina!

Porém, mais uma vez, minhas tartarugas comem pizza (mas não são ninjas). E arroz. E são lésbicas. E cacarejam.

Para piorar, a porcaria do cachorro não pode me ver, que vem lamber as minhas pernas. Nojento. A troco de que ele faz isso? Se fossem as pernas de algum exemplar atraente do sexo feminino humano, eu entenderia perfeitamente... Mas as minhas? De novo: nojento.

E a casa já está fedendo a cachorro.

Outro dia desses, minha mãe-que-me-pariu deu um choque no gato com aquela raquete de matar mosquitos. Sem querer. Não ajudou em nada na mania do bicho de ficar batendo com a cabeça (literalmente) por aí, mas poderia. Se bem que eu também bateria com a minha, se tivesse sido castrado. Talvez ele se recuse a usar sua caixa de areia de maneira apropriada como forma de expressar sua revolta.

Escrevi um monte de coisas, e não concluí nada a partir disso. Melhor seria não ter animais de estimação, acho... Para preservar a sanidade das pobres criaturas. Elas não podem ser normais...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

QUE PORRAÇA!!!

Vendo meu colega redator tão empenhado nos últimos dias, só pude me mexer um pouco e escrever algumas palavras. Após assistir e refletir sobre a "filosofia de botequim", a minha trilha sonora da semana tem sido uma série de vídeos da AAI 2009. Pra quem não sabe AAI é uma associação de ateus.
O palestrante fala com eloquencia sobre o porque da teoria de Darwin ser um fato científico, mas o que mais me impressiona vem no fim de seu seminário. Vejam e entendam:


Basicamente meus caros, ele reflete sobre o fato de que dentre países avançados tecnologicamente, os EUA é um dos países aonde a maioria das pessoas se recusa a acreditar na teoria da evolução das espécies.
Indo mais longe, ele exibe um gráfico, que mostra, quanto mais a população de um país acredita em Deus(es), menos se acredita na seleção natural. Para a minha pessoa, esta já seria uma pancada bem forte, mas aí meus caros, o nosso colega biólogo vem com um chute no saco. Ele exibe um gráfico em que mostra a correlação entre o sucesso das sociedades e a religiosidade de seu povo. Este grau de sucesso, se entende por fatores tais como: espectativa de vida, escolaridade, taxa de suicídio, acesso a saneamento básico, sistema de saúde, renda per capita, mortalidade infantil, moradia, etc...
Bem, os fatos estão lá, quanto mais se acredita em algum tipo de divindade, MENOS sucesso tem uma sociedade. O Brasil nem está naquele gráfico, e suspeito eu que se fosse colocado ali estaria numa posição muito, mas muito pior do que a dos EUA.
As pessoas deveriam crescer e perceber que já passaram da idade de colocar a responsabilidade de suas vidas em amigos imaginários.

Dúvida


Sou só eu ou mais alguém acha o Khan, de Jornada nas Estrelas, parecido com o "Rei" Roberto Carlos?

Bizarro...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Prioridades


Outro dia desses, meu irmãozinho me ligou para animadamente relatar que estava pulando na piscina com um balde na cabeça.

De fato, imagino que sua mente de 5 anos deve ter achado revolucionário, o conceito, a ponto de ele ter que me telefonar na hora para contar... Claro que o mais importante de tudo era que ele estava se divertindo extremamente!

Realmente, o que poderia ser mais divertido do que mergulhar usando um balde na cabeça?

Somos insignificantes. Num universo composto de (aproximadamente) 30% de matéria escura e 70% de energia escura, somos apenas margem de erro. Tudo aquilo de aprendemos nas aulinhas de química do segundo grau é irrelevante, sob esse ponto de vista.

Somos um acidente resultado de um outro acidente ainda maior. A vida é uma grande coincidência. E, ao morrermos, desaparecemos; somos apagados da existência. E sermos lembrados também é algo um tanto quanto inútil, em um universo destinado a, como qualquer outra coisa, "morrer", algum dia.

Não existe um propósito maior. O propósito é nossa responsabilidade, exclusivamente. Nossa escolha. E isso é assustador. E perdemos tempo precioso nos enganando e brigando por conta de inutilidades. Nos privando e tentando privar outros da liberdade.

Perdemos o pouco tempo que temos complicando o mundo, desnecessariamente. Não sabemos priorizar adequadamente os diversos aspectos de nossas vidas.

Mesmo assim, ainda podemos pular na piscina com baldes em nossas cabeças.

As pessoas deveriam fazer isso.

P.S.1: Menos eu. Nada de baldes na minha cabeça.

P.S.2: Se, no processo, aqueles dentre nós que são imbecis ficassem com os baldes presos em suas cabeças e, melhor ainda, se afogassem, maravilha!

Hehehehe... "Quebrei o clima" do texto...

domingo, 1 de novembro de 2009

Filosofia de Botequim




O vídeo acima é assustador. Da mesma forma como qualquer outra iniciativa que vise cercear a livre produção e circulação de idéias.


Não sei nem começar a dimensionar o tamanho do absurdo. A fé dessas pessoas deve ser mesmo muito fraca, já que eles tentam a todo custo protegê-la de qualquer tipo de crítica, como se qualquer tipo de questionamento lógico fosse colocá-la em xeque...

Pensando bem, eles tem razão: qualquer tipo de questionamento racional coloca qualquer tipo de religião em xeque...

É... Tem gente que vai ter que "ficar esperta" na Inglaterra, caso contrário pode (algum dia) acabar tendo um rebento religioso...

Já o vídeo abaixo...



Magnífico! Pode ser longo (mais de uma hora de duração), mas eu recomendo fortemente que assistam!

Com curvatura nula, o universo pode, sim, ter surgido literalmente do nada, por conta de flutuações quânticas!

É deprimente a forma como perdemos tempo nos iludindo, vivendo e brigando por conta de amigos imaginários, que só atrasam o desenvolvimento da sociedade e da ciência, enquanto há tanta coisa lá fora para se descobrir, estudar, conhecer...

Imagino que as pessoas achem suas vidinhas muito monótonas, e por conta disso tentem se agarrar em coisas que julgam fantásticas, como por exemplo aparições da Nossa Senhora do Veja Multiuso (haja pareidolia), após alguém ter limpado uma janela, só para se livrarem da mesmice... Só que essas pessoas não percebem que a natureza já é muito mais fantástica do que qualquer coisa que suas mentes podem conceber, não havendo portanto a necessidade de qualquer invenção (estou aqui me referindo à invenção de mentiras, e não a qualquer tipo de cerceamento à criatividade - exceto, é claro, no caso de "arte moderna"...).

O que é mais impressionante, histórias sobre alguém multiplicando pães (a Monsanto faz isso com transgênicos - não estou aqui defendendo o seu consumo), ou outro alguém analfabeto voando num pégaso (nosso presidente voa no aerolula), ou o fato de os átomos que nos compõem terem sido formados através de fusão nuclear há bilhões de anos, em explosões estelares (e provavelmente de estrelas diferentes, absurdamente distantes umas das outras)?

Particularmente, fico maravilhado com isso...

Uma pena que a maioria das pessoas não concorde comigo... Lembrando agora, ao longo dos anos, "nunca na história deste país" alguma garota para quem contei essa historinha das estrelas ligou para ela... O tédio na expressão delas sempre foi aparente, isso quando simplesmente não diziam que o assunto era chato, e o encerravam...

Pensando bem, onde eu estava com a cabeça quando começava a falar sobre esse tipo de coisa? Mas há tempos aprendi minha lição. Se bem que não era eu quem "começava"; alguma coisa desviava o assunto nessa direção (pelo menos, na minha cabeça)... Mas tanto faz. Fugi do assunto deste post. Mas isso também não importa, pois eu já o encerrei.

Mais uma vez, copiei os vídeos do Portal Ateu.

sábado, 31 de outubro de 2009

Ctrl+c, ctrl+v


Post rápido, com duas figurinhas engraçadinhas que copiei do Portal Ateu.

Hehehehe...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Chuta que é macumba


Vejam só que "interessante": vi, nesta segunda de manhã, a dentista com quem saí algumas vezes...


E ela engordou.

Está muito "esquisita"... Sabem aquele "papo", de "tecido adiposo", que se forma entre o queixo e o pescoço, e dá uma forma diferente ao rosto? Então... O nível é esse...

Devo ter mesmo algum problema... Pensando assim, por alto, o índice de garotas que engordaram após terem me dispensado (considerando-se aqui apenas as que eu "ainda sei que existem", digamos assim) é de 100%!

Muito triste, isso...

Não sou egoísta: se a moça não quer copular comigo, sem problema, copule com outro... Mas não era para nenhuma ficar assim! Não queria que o material se estragasse só porque eu não usei a contento!

Vai ver, o problema é justamente esse! Em geral, os caras dispensados querem ver as garotas que os mandaram pastar adquirirem forma de Teletubbie, de modo a se sentirem vingados ou algo assim... Então, como "desgraça pouca é bobagem", só para que esses caras fiquem ainda mais frustrados, as garotas continuam interessantes, e se esfregando em outros por aí...

Como no meu caso eu quero mais é que elas se esfreguem, mesmo, mas permaneçam jeitosinhas, o oposto acontece: elas embarangam (sei lá se se esfregam ou não em alguém, mas não quero mentalizar a cena)...

Mas isso não pode continuar! Até porque eu não bebo, logo, só sou dispensado por meninas realmente bonitas, e não pelas "etilicamente atraentes"... O pior é que, caso esse efeito engordador/embarangador se estenda às meninas aleatórias que também me dispensam por aí, eu devo ser praticamente uma arma de destruição em massa da beleza feminina!

Então, senhoritas, aprendam: não me chutem; deixem que eu chuto vocês!

P.S.: Faço aqui um apelo: "garotinha ruiva" que estava no avião da Gol (meses atrás...), por favor, não embarangue! Eu suplico! Eu não teria como continuar vivendo sabendo que acabei com uma ruiva rebolativa (era "forrozeira"...) de olhos verdes!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Toma essa, MacGyver!


Nem tenho o que escrever a respeito. Estou reproduzindo a história porque ela merece. Leiam os textos deste link, ou deste.

William Kamkwamba definitivamente chuta bundas.

Essa história de determinação me lembrou do Leonardo da Vinci, afirmando que poderia não ser em seu tempo de vida mas, um dia, o Homem certamente iria voar!

Cotas? Ha! Que piada...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Jihad neles!

Quer dizer que a Rede Globo agora vai passar programas de temática religiosa, em que membros das principais fés do Brasil poderão se manifestar? O que é isso? Tentando roubar a audiência da Record?

E por que só os religiosos poderão se manifestar? Por que não chamar também ateus? Seria ótimo ver alguém em rede nacional falando que já é bem grandinho para ter amigos imaginários... Hehehehe...

E dia 30/09 foi o Dia Internacional da Blasfêmia! E eu não sabia! Perdi a oportunidade de blasfemar bastante... Ainda mais caso se considere o nível extremo de religiosidade aqui no século XVII, "onde" moro atualmente...

Isso de não se poder criticar "idéias religiosas" é mesmo irritante... Malditos politicamente corretos! Se o inferno existisse, eu os mandaria todos para lá! Porém, como não existe, vocês podem ir todos para a profissional do sexo que os pariu!

Na verdade, eu retiro o que disse acima: coitadas destas profissionais; não merecem aturar esse tipo de gente. Não que eu conheça alguma para saber. Ou talvez até conheça, e não saiba disso. Em todo caso, toda mulher é considerada uma "profissional do sexo" por alguma outra que seja seu desafeto, então tanto faz. Ou não. Sei lá.

Mas chega de reclamar. Fugindo completamente do assunto, e perdendo pontos em coesão no meu texto, o que indubitavelmente me faria não passar num vestibular concorrido para uma Universidade séria, mas não seria qualquer problema caso eu fosse concorrer à Presidência da República, segue uma tirinha interessante:


XKCD é mesmo muito bom!

domingo, 27 de setembro de 2009

Felicitações

Figura meramente ilustrativa

Fui informado de que um colega meu, escritor deste blog (mentira, nunca escreveu nada aqui; ele nem mesmo lê os posts...), está noivo...

Mas será que casa com a menina do outro lado do Atlântico, para onde se mudarão em breve, ou retornam para a República das Bananas só para casarem aqui?

Mas enfim, este post é em sua homenagem (embora você provavelmente não vá lê-lo)!

Felicidades ao senhor e à patroa!

Genética


Regresso (temporariamente) à minha casa... Estava usando uma camisa nova...

Minha mãe: "Camisa nova? Quem te deu?"
Eu: "Minha tia..."
Minha mãe: "É? Por quê? Fez aniversário, por acaso?"
Eu: "Hãããã... Fiz?"
Minha mãe: "Ih, é!"

Eu ri muito... Hehehehe...

E ainda falam que "personalidade" e "comportamento" são coisas para a psicologia estudar... Fala sério; é pura biologia! Hehehe...

domingo, 20 de setembro de 2009

Dr. Octopus Vs China


Definitivamente, Otto Octavius não conhecia o DealExtreme. Para que se dar ao trabalho de lidar com o chorão do Harry Osborn e brigar com o Homem-Aranha para conseguir um pouquinho de trítio (2 nêutrons atochados no núcleo do Hidrogênio...), quando ele poderia ter conseguido um monte comprando umas "lanterninhas"?

Vilão mané.

P.S.: A tal "lanterna" brilha por 10 anos mesmo na mais completa escuridão? Que trítio o que; lá dentro tem, no mínimo, plutônio (já sei como abastecer meu DeLorean após conseguir meu Capacitor de Fluxo)! 10 anos deve ser o prazo para o troço todo decair (e o usuário adquirir câncer terminal)...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Gekigan Punch!


O blog não morreu. Só está complicado postar algo porque passo quase todas as horas do dia, a semana inteira, lutando contra o mal para salvar o mundo (ou, ao menos, um Estado da Federação)...

Assim como Daigouji Gai, esta equipe de redatores luta pela justiça desde criancinha.

Atenciosamente,

A Gerência.

domingo, 19 de julho de 2009

Paradoxo


Que "singularidade" que nada; o que realmente desafia a ciência é o Paradoxo do Pinóquio!

domingo, 5 de julho de 2009

Cultivando a Clientela


Eu já estava achando que a Gol não gostava de mim... Eu entrava na página deles, comprava as passagens e escolhia meu lugar no vôo. Tudo muito simples. Porém, na hora de embarcar, meu lugar era sempre alterado!

Uma vez, inclusive, fui colocado ao lado da saída de emergência. O atendente da Gol disse que o lugar era "super confortável", pois não havia poltrona na frente. Me enganou direitinho. A porcaria do assento não reclinava, e não tinha nem mesmo encosto para o braço que ficava do lado da saída de emergência (quer dizer, ter, tinha, mas era pequeno, e não dava para colocar o braço em cima)!

Em minha última volta ao Rio, notando mais uma vez que eu havia sido remanejado, questonei o porque disso à atendente da Gol que estava no local. Eu já sabia que ela não teria uma resposta para me dar, mas pelo menos eu manifestei minha indignação com a falta de respeito que a empresa vinha me demonstrando constantemente. E, claro, só recebi um sorriso amarelo e um pedido de desculpas esfarrapado.

Como eu não tinha como conseguir meu lugar original de volta, e como dessa vez não me colocaram ao lado da saída de emergência, me resignei e, quando chegou a hora do embarque, simplesmente fui para o meu novo lugar designado, pensando a respeito dessa questão de eu sempre ter o número do meu assento trocado. "Mas que porcaria de sistema, esse usado pela Gol!", matutava eu, e em seguida vinham os pensamentos nerds, relativos a bancos de dados e afins, tentando supor o que é que ocorria de errado, sempre.

Enquanto pensava nisso, eis que se senta, ao meu lado, uma ruiva bem interessante (e era ruiva de verdade; nada daqueles cabelos vermelhos pintados que parecem vindos de personagem de manga/anime).

Assim sendo: Gol, você está perdoada! Todos os seus pecados anteriores foram esquecidos!

Snoopy era impressionantemente depressivo...

E vejam só: a menina me deu o telefone dela, mesmo depois de eu ter feito uma referência ao Charlie Brown (que, é claro, se perdeu...)!

Como não podia deixar de ser, chamei a menina para sair, mas ela já "tinha um compromisso"... Ela falou para marcarmos para o final de semana seguinte, mas devido à minha atual ocupação, eu não estaria no Rio... Em todo caso, volto no próximo. Veremos o que vai acontecer.

P.S.1: Ao deixar o Rio, dessa última vez, meu lugar não foi alterado!

P.S.2: Sempre que quiser alterar meu lugar e me colocar ao lado de uma mulher bonita, sinta-se à vontade, Gol!

terça-feira, 12 de maio de 2009

NCC-1701


Como não sei fazer resenha de filme, criticar atuações, e afins, vou só contar os pequenos aspectos da história que me incomodaram (e que impediram esse filme de ser extremamente bom -mas ainda assim distante do "absolutamente genial"-, na minha opinião, ao invés de "somente" muito divertido). Ou seja, muitos spoilers.

Mas primeiro, um elogio: ao "brincar" com viagens no tempo, gerando uma realidade alternativa, distinta da realidade mostrada nas demais séries e filmes anteriores, o roteirista conseguiu se livrar da ira dos fãs xiitas, que no caso puderam simplesmente aproveitar o filme sem se incomodarem com inconsistências (que fatalmente existiriam caso o filme estivesse relacionado a tudo o que já veio antes) ou leves alterações nas personalidades dos personagens. Ponto para ele!

Mas vamos aos "problemas".

Primeiramente, a cena do jovem Kirk dirigindo o carro (presente inclusive em trailers). A troco de que o moleque joga o carro do alto do penhasco? Só para "pagar de rebelde"? Ridículo! Isso não faz do guri-Kirk um rebelde, somente um idiota. Ficaria melhor se ao menos desse a entender que ele jogou o carro no desfiladeiro por acidente, enquanto tentava fugir do policial.

Outro problema: mostrarem a construção de uma nave daquele tamanho na Terra, e não no espaço. Sem chances.

Mais um problema: vulcanos "não tem emoção", mas o pequeno Spock era vítima de bullying em sua escolinha alienígena? Como pode? Os vulcaninhos "puro-sangue" não deveriam apresentar as emoções que os tornariam os pequenos pela-sacos que iam lá o tempo todo perturbar o Spockzinho por ele ser um híbrido...

Uma "piorada" na história: no teste do Kobayashi Maru original (Khaaaaaaaaaaaaaaaannnn!!!!), o Kirk ganha do "programa invencível" reprogramando-o, fazendo com que os "Klingons virtuais" tivessem medo de enfrentar o "terrível Capitão Kirk" (ou algo assim) em combate... Nessa nova versão, o Kirk também reprograma o teste, porém, faz com que "do nada" as naves Klingons da simulação percam seus escudos (e não apareçam os "infinitos reforços" normais), tornando-as alvos fáceis... Prefiro a reprogramação original...

Mais um problema: ao destruírem o planeta Vulcano, acho que exageraram na contagem de terem sobrevivido somente 10 mil membros da espécie (e quem liga para a fauna e a flora do planeta?)... Isso é muito pouco! Uma raça tão avançada permaneceu vivendo em um só planeta? Acho que com 10 mil se consegue a variabilidade genética necessária para se perpetuar a espécie (estou chutando; não tenho esse conhecimento), mas tendo em vista toda a tecnologia disponível, acho que deveriam ter trocado os 10 mil por 10 milhões... Ficaria melhor...

Mas também, o que importa o conceito de "variabilidade genética"? O Spock é um híbrido de humanos e vulcanos! Espécies diferentes! Ele nem mesmo poderia existir! E, no entanto, está lá, cumprimentando os outros, mostrando a palma da mão e separando o dedo médio do anelar...

Agora, o que eu acho que mais deve incomodar "em termos de roteiro" foi a extrema coincidência de o Kirk, tendo sido isolado pelo Spock do presente (dessa realidade do filme) em um planeta gelado, ter caído pertinho do lugar onde o Spock do futuro (da realidade original de Jornada nas Estrelas) estava... Como assim? Ambos não somente foram largados no mesmo planeta, como foram deixados juntinhos um do outro? E, para completar, estavam próximos de um posto avançado da Federação, neste mesmo planeta, onde estava o Scotty (o engenheiro, único membro da série clássica que ainda não estava na Enterprise até então)? Deus Ex Machina demais...

Por fim, temos a questão da "matéria vermelha"... Uma única gotícula é capaz de produzir um buraco negro com prazo de validade (como o que foi usado para consumir o planeta Vulcano e depois desapareceu...)... Se é assim, a quantidade de matéria vermelha presente naquela esfera enorme, "explodindo", deveria ter um efeito estupidamente devastador... Mas não... Foi só uma "singularidadezinha" ligeiramente mais vitaminada que o buraco negro que detonou o planeta Vulcano... Acho que o roteirista não se tocou da questão das proporções, nesse caso...

Se não fossem esses "pequenos problemas" que mencionei, o filme realmente teria sido extremamente bom!

Em todo caso, recomendo fortemente! Que eu me lembre agora, foi fácil o melhor filme do ano! Além do que, há tempos que eu não via um filme de ficção científica bom! O último foi qual, Serenity?

Agora, alguns recados:

George Lucas, veja esse filme, e aprenda como revitalizar franquias sem ofender os fãs mais antigos e destruir a obra original!

Warner, seja gananciosa, e libere o dinheiro para que seja feito um filme para cinema (espetacular, claro) situado no universo de Babylon 5, investindo no agora ressuscitado filão de ficção científica espacial!

Ah, até parece, a Warner não consegue nem mesmo dar um jeito na sua franquia de super-heróis...

Mas enfim, esse filme foi mesmo uma boa surpresa... Eu estava esperando algo absolutamente descerebrado; somente um grande videoclipe de cenas de ação despropositais e inverossímeis... Que bom que me enganei.

Vida longa e próspera.

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Update:

Mais uma reclamação, da qual me lembrei agora:

Kirk e Sulu caindo. Os computadores da Enterprise, pelo fato de eles não estarem "parados", não consegue fazer o teletransporte, então por causa disso o Chekov tem que fazer os cálculos "na mão"... E eu pergunto: como assim?

Os sistemas da Enterprise conseguem fazer contas de dobra espacial! Conseguem fazer contas para realizar um teletransporte! E vejam só: estar "parado" ou "se movendo" é algo relativo! O computador que faz as contas do teletransporte já tem que compensar, por exemplo, o fato de as pessoas sendo teletransportadas estarem numa superfície planetária, que tem rotação e translação (entre outras coisas)! Adicionar uma "velocidadezinha" (mesmo que variando, por conta da aceleração promovida pela gravidade de Vulcano, que devia ser mais ou menos igual à da Terra) a mais em um único vetor não é nada!

"Fica claro" que essa conta já é feita por uma questão de inércia: você remove alguém de uma superfície planetária, e a coloca sobre a plataforma de teletransporte no interior da Enterprise e, no instante seguinte após o término do teletransporte, a pessoa é arremessada com a mesma velocidade de translação do planeta em que estava em questão em direção a alguma parede da nave, e então se transforma em purê? Não!

No caso, se não fosse assim, ao serem teletransportados em queda livre, o Kirk e o Sulu iriam se estatelar no chão da plataforma de teletransporte da mesma forma...

Ou seja, tudo isso também torna a questão da morte da mãe do Spock ridícula, afinal, ela morreu porque também começou a "cair" no meio de um teletransporte...

Tudo isso só faria sentido caso fosse definido que a velocidade relativa entre as entidades teletransportadas e a Enterprise tivesse de ser zero para que o teletransporte fosse bem sucedido... Ou talvez nem assim! Afinal, por exemplo, imaginem que a Enterprise se encontra em órbita geoestacionário, e o indivíduo a ser teletransportado está do outro lado do planeta... Se as posições relativas entre ambos tivessem de permanecer inalteradas, o teletransportado iria reaparecer de cabeça para baixo na plataforma! Além do que, tenho certeza de que a matemática envolvendo teletransporte teria de levar em conta o Princípio da Incerteza de Heisenberg... Hehehehe...

E vejam só, nem mesmo estou reclamando de o Chekov ter tido de correr da ponte de comando até a sala dos teletransportadores para efetuar o teletransporte... Afinal, no futuro, eles desconhecem o conceito de "rede de computadores"? O Chekov não poderia acessar esses sistemas de teletransporte da ponte de comando, mesmo? Mas tudo bem, essa eu "deixo passar", afinal, nunca projetei uma nave espacial, e esse "problema" poderia ser explicado por uma questão de segurança, modularidade, ou sei lá mais o que...

Só ratificando, pois pode não ter ficado muito claro após tantas reclamações: eu gostei do filme!

Como sempre, só faltou mesmo uma consultoria científica mínima... Hehehehe...

domingo, 10 de maio de 2009

Feliz Dia das Mães!


Fui no aniversário de uma tia minha (irmã da minha mãe), na Lapa.

Lá, num determinado momento, havia uma menininha bonitinha e rebolativa, dançando pertinho de mim... De repente, a música pára, e se instaura, por alguns instantes, um silêncio sepulcral.

Nessa hora, minha mãe (que normalmente já fala alto, mas estava falando ainda mais alto por ter adaptado o tom de voz ao barulho normal do ambiente) vira para mim e pergunta: "E então, você vai fazer exame de fezes?"*...

Muito bem! Boa! Parabéns, mãe!

Então, um feliz Dia das Mães a todas essas mulheres que têm por missão constranger sua prole!

*Só esclarecendo: nesse dia, horas antes, um primo meu havia comentado que estava mal, e que havia feito exame de fezes e, assim, descoberto a origem de seu problema... Ele disse que não tinha como saber se o problema era a porca comida da faculdade, ou se era a comida da minha casa (muita salada...), e que por conta disso recomendava que eu também fizesse tal exame...

O parágrafo acima é inútil para a história; só o escrevi para indicar que minha mãe não é maluca (mentira, é, sim... hehehe...) e que não tirou a história do exame de fezes do nada...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A Educação e o Leão


Ministério Público defende dedução total de gastos com educação no Imposto de Renda

Duvido que aconteça. Porém, caso venha a ocorrer, também acredito que essa carga tributária nos será cobrada de outras formas e, mais do que isso, "no frigir dos ovos" a conta será ligeiramente mais alta do que antes.

Mesmo assim, considero válida qualquer iniciativa que leve a um aumento no nível de educação do povo.

Mas aí já começaram a aparecer os comunistas de fundo de quintal, afirmando que isso só aumentaria as desigualdades, pois quem tem dinheiro teria condições de investir ainda mais em educação do que quem não tem...

O tempo é um recurso finito. Quem tem dinheiro sabe que precisa de educação, assim sendo já investe bastante nela. Não vejo como esses "incentivos fiscais" fariam com que quem já tem dinheiro para pagar por uma boa educação passasse a estudar muito mais do que já estuda. Em termos de instrução (e não em termos financeiros...), para essa parcela da população, as mudanças seriam pequenas... Quem seria realmente beneficiado por isso seriam as pessoas que só não estudam mais (e "de verdade" - isto é, em boas escolas, por exemplo) porque não podem pagar por isso...

Mas ignoremos o fato descrito no parágrafo acima. Imaginemos que tal dedução provocaria um aumento no nível de instrução proporcional à renda das pessoas. Mesmo assim, como poderia alguém ser contra isso?

"Prefiro viver num chiqueiro chafurdando na lama e ver meu vizinho morando num casebre rústico a viver numa cobertura e ver meu vizinho morando numa mansão digna de um czar!". Ridículo.

Os comunistas de botequim realmente preferem ver todos se ferrando igualmente a ver todo mundo bem, mas com uns se saindo melhor do que outros...

Ah, essa raça humana...

P.S.: As expressões que usei compostas com o termo "comunistas" não têm por objetivo serem ofensivas para com os comunistas de verdade, que a meu ver são só "malucos", e não imbecis... Hehehehe...

sábado, 2 de maio de 2009

Sinal dos tempos


Na quinta-feira passada, uma mulher me disse que eu não sou nerd.

Como assim? O que está acontecendo com o mundo? E que tipo de homens ela deve conhecer, para dizer que eu não sou nerd?

Nem sei o que pensar... Sinto-me abalado! Removeram o chão sob meus pés! Os alicerces de minha personalidade! -hahahahahahaha...-

Se alguém que gosta de falar sobre física, matemática, biologia, filosofia, tecnologia, mitologia, história antiga (e até paleontologia, relembrando minha saudosa infância, hehehehe...) e afins não é nerd, eu não sei o que possa ser...

E, para "piorar", na hora em que ela me disse isso, eu estava usando a minha camiseta do Gato de Schrödinger!

Só pode ser o fim do mundo.

P.S.: Imagem do post meramente ilustrativa.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Prioridades


Ontem, presenciei a seguinte situação: uma menina, estudante de moda, e outra, já formada em moda, ficaram discutindo com relação a um vestido que a estudante está confeccionando para uso próprio.

Devo dizer que a conversa era intrigante: eu nunca seria capaz de imaginar que existia tamanha quantidade de atributos para se levar em conta na produção de uma única roupa!

E as medidas, então? Busto, cintura e quadris eu sei que existem, claro (mesmo com os números não tendo qualquer significado para mim), mas elas debatiam outras medidas femininas que eu até então desconhecia! Claro que agora já esqueci tudo, mas pelo menos eu sei que há "medidas femininas", digamos, "esquisitas"... Acho que vou andar por aí com fita métrica e paquímetro, para verificar as proporções da mulherada.

Mas enfim, essa história toda foi somente para ilustrar que as mulheres não sabem priorizar. Mesmo conversando durante muito tempo, sobre muitos aspectos da vestimenta, as garotas em momento algum tocaram no atributo mais importante de uma roupa feminina: facilidade/velocidade de remoção.

Claro que eu as lembrei disso, mas fui sumariamente ignorado. Vejam bem, fiéis leitores, ignorado, e não desprezado. Imaginem que alguém me diga o resultado de um jogo de quarta de final entre os times X e Y da série Z de um campeonato de futebol regional em Serra Leoa (sendo que eu sou leigo em futebol a ponto de ser incapaz de chutar uma bola para a frente com sucesso). Imaginem minha reação (nem sei citar as copas do mundo que o Brasil ganhou...). Pois bem, foi essa a reação que as garotas tiveram, após ouvir meu mais do que pertinente comentário, e então em seguida voltaram a discutir o que estavam discutindo antes de serem interrompidas por mim.

Mas o que eu achei interessante foi que meu comentário, realmente, não foi desprezado, e sim tratado como se fosse algo absolutamente irrelevante!

Definitivamente, as mulheres, como já falei, não têm a menor capacidade de priorizar efetivamente as coisas...

E eu nem mesmo me ofereci para testar esse quesito da remoção, quando a menina estiver usando o vestido pronto...

Realmente. Farei essa proposta amanhã.

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Update:

Fiz a proposta, e a menina aceitou!

Porém, como ela não é, digamos, "particularmente atenta ou perceptiva", achei que ela não tinha compreendido muito bem o diálogo que tinha acabado de acontecer...

Mais tarde, fui "mais didático", e ela então rejeitou minha proposta (como eu havia suposto, ela não havia entendido anteriormente...), dizendo que eu sou "sem-vergonha"... Hahahahaha...

Campanha


Se você está saindo de determinado ambiente (ou entrando nele), segurar a porta para que as pessoas que estão atrás de você também possam sair (ou entrar) não é nada de mais; só um gesto de educação. Inclusive, este gesto pode ser realizado "na íntegra" ou "por tempo limitado" (caso, por exemplo, a pessoa que vai passar depois de você passe a segurar a porta), desde que não se bata a porta na cara de ninguém.

Ao ser agraciado com tal gentileza, o que a pessoa deve fazer? Simples: agradecer. Todos aqueles para quem faço essa gentileza sempre me agradecem. Todos, menos... as mulheres bonitas. Tá, algumas agradecem, mas são poucas.

Mulher bonita, em geral, tem a mania de achar que pode tudo só porque é bonita e/ou que qualquer gentileza que tenha a ela sido direcionada assim o foi somente porque ela é bonita. Só que isso não é verdade. Segurar uma porta é um favor que não depende do sexo, idade ou aparência do favorecido.

Quando o trânsito está lento, e os pedestres querem atravessar fora da faixa, você deixa... E as pessoas agradecem... Menos as mulheres bonitas. Chego a pensar até que elas ficam decepcionadas por não receberem uma buzinada enquanto passam. Se bobear, devem até resmungar "viadinho", ou algo do gênero, por conta disso, enquanto atravessam...

Uma vez, inclusive, ao segurar uma porta para uma mulher bonita passar, ela não só não agradeceu, como não retornou o gesto (havia uma outra porta logo em seguida). A mulher quase que bateu a segunda porta na minha cara!

Então, pessoas, vos digo que isso não pode continuar! Essas menininhas bonitas precisam aprender boas maneiras! E é por isso que, agora, lanço uma campanha de conscientização para a população em geral!

"Eduque uma mulher bonita: dê a ela palmadas no bumbum!"

É a única maneira de se efetivamente ensinar bons modos a menininhas malcriadas.

Até em Bengala já se sabia disso.

sábado, 25 de abril de 2009

Presságio


Não sei fazer críticas como meu colega deste blog. Assim sendo, apenas farei alguns comentários com relação ao desenrolar do filme (ou seja, há spoilers).

John Koestler (Nicolas Cage) é viúvo. Físico (acho...) e professor no MIT, tenta criar sozinho seu filho Caleb (Chandler Canterbury - agora chega; não vou mais ficar procurando o nome dos atores). Seu pai é pastor e, por conta de algumas "diferenças" com respeito às suas "visões de mundo", os dois não se falam há tempos.

O molequinho estuda numa escola fundada há 50 anos. Em sua inauguração (há 50 anos atrás...), os alunos fizeram desenhos imaginando como seria o futuro e os colocaram numa cápsula do tempo. Todos fizeram isso, exceto Lucinda, a menininha-assustadora-de-cabelos-negros-padrão, que escreveu uma série ininterrupta de números, movida por barulhos esquisitos que ouvia em sua cabeça.

E, 50 anos depois, é justamente essa folha cheia de números que o Caleb recebe, ao abrirem a cápsula do tempo na comemoração do aniversário da escola.

Como o Cage se recusa a sair para pegar mulher e não tem mais o que fazer, resolve estudar essa folha. Como eu disse, nela há somente números (não há nem vírgulas nem nada separando-os). Ele nota a data do atentado de 11 de setembro de 2001, lá (no caso, ele vê 09112001, número esse "largado" no meio a folha), e, sem ter o que fazer (como eu já havia dito), dá uma olhada no Google (verdadeiro oráculo de Delfos da modernidade), e vê que a seqüência de dígitos que segue os já aleatórios dígitos por ele escolhidos fornece a quantidade de mortos no atentado.

Aí o John fica malucão e, num arroubo infinitamente superior a todos os outros arroubos de coçação de saco já registrados em Hollywood (que eu me lembre agora, pelo menos), resolve checar simplesmente TODOS os números da lista (sendo que não há um padrão, pois o números de dígitos descrevendo quantidade de mortos pode variar, o que o obriga a ir andando de dígito em dígito, percorrendo toda a lista várias e várias vezes...)! Nesse processo, ele encontra perdidos no meio dela, em ordem cronológica, várias tragédias que ocorreram ao longo dos últimos 50 anos. Mesmo assim, entre uma seqüência de números descritiva de tragédia e outra, há seqüências de números para os quais ele (ainda) não encontrou explicação.

O filme, num primeiro momento, tenta opor a "visão de mundo" que descreve a existência como uma sucessão de eventos probabilísticos (olá, física quântica!) à uma "visão de mundo" determinística (mas fica claro que não se trata de um "determinismo de Física Clássica", digamos assim, mas de um "determinismo derivado de um plano maior"). O John, num primeiro momento, se mostra, como um "bom cientista", partidário da primeira corrente (mas deixa claro que o é não por ser um "bom cientista", mas sim porque "mimimi, minha esposa morreu num acidente, então Deus não existe por conta disso e o Universo gira em torno do meu umbigo por eu ter tal posicionamento só por conta de uma tragédia pessoal e não por conta de evidências científicas, mimimi"...). Só que, com a aparição dessa folha com os números, ele fica "maluco" (principalmente porque nela estava sendo mostrada também a tragédia que havia vitimado a esposa dele, no passado), achando que poderia ter impedido a morte da esposa caso estivesse de posse da folha na época.

Claro que esse pensamento é uma estupidez, afinal, se o futuro foi previsto (logo, o universo é determinístico), a sua tentativa de impedir que ele aconteça também foi "computada no cálculo geral das coisas" (imaginem só a quantidade verdadeiramente infinita de variáveis que entra na conta para se "prever o futuro"), logo, ela não vai dar em nada. Porém, mais uma vez, como tudo já está escrito, você vai lá perder seu tempo e tentar assim mesmo.

Ainda tinham mais 3 catástrofes listadas na folha para ocorrer. Ao presenciar a primeira, o Cage percebe que os números não decifrados eram coordenadas de GPS (esperta a menina de 50 anos atrás, não?). Ele, então, vai procurar a autora dessa folha, mas encontra a filha dela, Diana, e a neta, Abby, e descobre que a mulher morreu. A neta da garota também ouve as tais vozes (que são "faladas" por homens de preto...), e o Caleb também passa a escutá-las (tanto que ele tira o aparelho de ouvido quando não está com saco de ouvi-las, mas depois de um tempo isso deixa de adiantar e ele continua as ouvindo mesmo assim).

Faltam 2 tragédias. O Cage vai até Nova York tentar impedir uma, e é claro que dá errado (como eu já havia exposto numa linha de raciocínio anterior), e morre um monte de gente mesmo assim. Ele comenta isso com um colega cientista do MIT, e este diz que sua "mente científica" o avisa para "esquecer essa história"... Só comentei essa parte porque, por favor, isso é um absurdo! Que "mente científica" é essa, que avisa alguém para enfiar a cabeça na terra como uma avestruz, de modo a ignorar uma evidência absurda de que a existência seria determinística? Simplesmente ridículo! Vale ressaltar que seria uma evidência de "determinismo de Física Clássica", e não "determinismo de plano superior"... Mas eu não sei se o roteirista e o diretor entendem a diferença. Mas isso não importa...

Mas voltando. Juntamente com a filha da Lucinda, o Cage descobre que a raça humana será obliterada na última tragédia. O que ocorrerá será a emissão de uma labareda do Sol, que fritará o planeta (ou seja, está na cara que não dá para impedir MESMO)!

Como está tudo indo para o espaço, o Cage resolve ligar para o pai pastor, e dizer para ele e o resto da família se mandarem com mantimentos para alguma caverna, e ficar por lá (isso seria inútil frente a uma labareda que irá privar o planeta de água e, inclusive, de atmosfera, mas o pastor, é claro, não sabe disso), no que o pastor, do alto de sua ignorância religiosa, responde que "não vai fazer nada; vai é ficar em casa e deixar que seja feita a vontade do deus dele"...

Isso me lembrou de uma piada: estava tendo uma enchente na cidade de um religioso. Passou um cara de jipe, e se ofereceu para tirar o mané da casa dele. O religioso disse que não iria a lugar nenhum, pois deus o salvaria. O tempo passa, a água sobe, e aparece um cara de barco, também se oferecendo para salvar o religioso, que dá a mesma resposta. Com a água já no teto da casa, aparece um cara de helicóptero, e mais uma vez o religioso disse a mesma coisa. Pois bem, ele morreu. Chegou no céu e foi tirar satisfações com deus, reclamando que sempre havia sido muito fiel, penitente e não sei mais o que, mas que no final das contas deus não o tinha salvado da enchente. Deus, então, respondeu: "eu te mandei um jipe, um barco, e até um helicóptero, mas você não quis sair de lá! Tu é burro pra c@r@lho; p#t@ que o pariu!" (tá, a resposta não foi bem essa, mas está aí a idéia)...

Mas que seja, isso foi só para comentar um pouco sobre estupidez religiosa (bastante pertinente, afinal, o personagem era um pastor).

Os homens de preto (só a Abby e o Caleb os escutam, mas todo mundo pode vê-los), numa situação que não vale a pena contar, seqüestram as crianças (a Abby e o Caleb...), e os levam para a última coordenada de GPS escrita pela Lucinda. O John chega lá logo depois (a Diana tinha morrido num acidente de carro, perseguindo os homens de preto após estes terem seqüestrado as criancinhas).

Lá chegando, ocorre a "revelação": os homens de preto são E.T.s! Eles são de uma raça de desocupados espaciais que fica viajando pelo cosmos, chegando em planetas com vida inteligente, e sussurrando telepaticamente o futuro para os seus habitantes (os alienígenas tem tecnologia para singrar o cosmos, e também conhecem a estrutura determinística da existência, e, é claro, agem de acordo com ela, até porque não fazê-lo seria impossível). Os habitantes capazes de ouvir o sussurro telepático (que era inclusive captado pelo aparelho de audição do Caleb, e não me perguntem como um equipamento que lida com ondas sonoras pode captar "vozes" "faladas" diretamente no seu cérebro) são os "selecionados" pelos E.T.s para serem salvos das mega catástrofes planetárias e levados para outro planeta para continuar suas vidinhas de playmobil (afinal, não há livre arbítrio). O "curioso" é que só são selecionados 2, um macho e uma fêmea (no caso, o Caleb e a Abby) e, já que estão nessa, mesmo, os aliens brincam de arca de Noé (história clonada da do Utnapishtim, presente na Epopéia de Gilgamesh) e pegam também um casal de animais de cada espécie, e os levam para fora da Terra antes que esta seja bem passada pelo Sol.

O Cage, sabendo que vai morrer, mesmo, vai para a casa do pai ser frito em família. Vale ressaltar que a casa do pai dele demonstrava um "alto poder aquisitivo" por parte do coroa, o que demonstra que ser pastor é uma boa opção de carreira em qualquer parte. Mas pelo menos o velho se mostrou um religioso de verdade, o que, pelo menos a meu ver, é um atenuante (ele enganou a si mesmo antes de enganar os outros).

Os aliens, então, largam as duas criancinhas e os demais animais da Terra num outro planeta alienígena, e se mandam, o que demonstra como são escrotos: primeiramente, só com um representante de cada sexo de uma espécie não há variabilidade genética suficiente para que a espécie sobreviva! Ou seja, os E.T.S se deram ao trabalho de cruzar o universo só para fazer com que as espécies de animais da Terra sejam extintas em outro planeta, em vez de na própria Terra. Em todo caso, como o universo é determinístico, não é culpa dos E.T.s, eles simplesmente tem que se dar a esse trabalho "porque sim", o que, pensando bem, deve deixá-los muito fulos da vida.

Mas há outra "interpretação": esse filme ignora completamente a existência da física quântica (afinal, no universo apresentado na película, a existência é determinística), então qual é o problema de ignorar também a biologia, e assumir que só com um macho e uma fêmea de cada espécie, se pode dar continuidade à mesma? Inclusive, nota-se que os aliens tem "asas" de "energia" (eles meio que são "feitos" de "energia", na falta de um termo descritivo melhor), então a partir daí pode-se inferir que a idéia de "anjos" e o conceito de "religião" teriam surgido devido ao contato dos primeiros humanos do planeta com esses aliens, sendo que, no caso, esses primeiros humanos teriam sido trazidos aqui pelos próprios aliens, juntamente com nossa fauna (ou seja, nada de evolução; viva o criacionismo alienígena!)...

Mas, mesmo com essa interpretação, os E.T.S continuam sendo escrotos, pois levaram os animais para outro planeta, mas não levaram as plantas! Os herbívoros vão, por acaso, comer a vegetação alienígena do planeta onde foram parar? Aposto que aquelas folhas reluzentes da árvore prateada mostrada no final provocam diarréia! Então, os herbívoros morrem sem comida, e os carnívoros morrem sem os herbívoros... E, para complementar a escrotidão dos alienígenas, eles largaram as criancinhas sozinhas nesse mundo! Como elas vão conseguir comida e abrigo? Vão morrer em dois tempos! Mas, de novo: não é culpa dos E.T.s, o universo é que é determinísticos e os força a cometerem esses atos cruéis e inúteis...

Outra curiosidade: em determinado momento, os aliens mencionam que os mortos "vão para um lugar melhor". Mas não dá para saber se só estão querendo ser "bonzinhos", ou "escrotos", dependendo da interpretação, enrolando todo mundo ("Não, imagina, que isso, não estamos deixando vocês todos aí para fritar a troco de nada; depois dessa vocês vão para o paraíso..."), ou se no "universo" definido pelo filme, realmente, o "além-vida" existe. Em todo caso, é essa a interpretação que o Cage assume ("vou morrer e vou para o céu, porque fui um bom menino esse ano"), antes de ir para a casa do pai morrer com a família. E ele também assume a interpretação "determinismo de um plano maior", em vez do "determinismo de Física Clássica", apesar de não haver em momento algum do filme qualquer evidência que indique que o "determinismo" desse universo é o primeiro em vez do segundo. Não sei se isso aconteceu porque o roteirista e o diretor do filme não sabem a diferença entre ambos, ou se simplesmente porque isso combina com a postura do personagem, mesmo.

Enfim, achei esse filme meio esquisito, pois ao mesmo tempo em que ele ignora a ciência (física e biologia), ele lida com extraterrestres... É meio que um filme de temática religiosa "misturado" com ficção científica por conta dos E.T.s. É meio bizarro, o que faz com que eu não consiga dizer se gostei ou não. E, só para deixar claro, não é implicância com a "visão religiosa" do filme. Esse foi o "universo" estabelecido para a história e fim, nada contra. Gosto de diversas histórias que se passam em universos também absurdos. Só achei a mistura estranha, mesmo...

Reza a lenda que um dos objetivos desse filme seria levar o espectador a discutir se o futuro pode ser mesmo previsto ou não, ou algo do tipo. Se isso for verdade, pelo menos na minha opinião, ao estabelecer que, na história, o que está valendo é o determinismo, o filme falhou miseravelmente. Se era mesmo para estimular discussão, acho que o filme deveria deixar essa questão ambígua... Mas não importa, isso é exigir demais de um "filme pipoca".

Ah, sim: faltou comentar com relação ao desempenho dos atores! Não o fiz porque, hããããã, não sei fazer. Só o que consigo dizer é que nenhum deles me deixou irritado. Acho que isso deve valer de algo.

Para terminar esse texto gigantesco, mais 2 detalhes:

1 - As informações sobre o Sol dadas pelos alunos do MIT do Cage estão erradas (mas que burros; dá zero para eles!);

2 - O Cage diz que, quando a mulher dele morreu, ele não sentiu nada, mas que antes disso sempre tinha acreditado que se sente algo quando nossos entes queridos se vão... Como assim? Que cientista era esse? Mas enfim, esse detalhe só serve para reforçar a minha descrição do "mimimi" do personagem do Cage com relação à postura dele de "acreditar" num universo probabilístico num primeiro momento da história do filme baseado única e exclusivamente em suas mágoas pessoais, e não em evidências científicas...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Historinhas...


Post "só para constar". Ao menos, é "engraçadinho"... Ou não. Tanto faz. Mas vamos lá.

Definitivamente, ninguém vai me convencer de que não há nada de errado com alguém que, ao sair de um elevador, deixa o seu cheiro para trás.

Não estou aqui falando de flatulência (afinal, o pessoal do MythBusters já provou que até mesmo mulheres peidam...). Me refiro a perfumes exagerados. Acho incrível como a maioria das pessoas não sente, ou não se incomoda com isso!

Mas, felizmente, existem mulheres (danem-se os homens; cheirem bem ou mal, mas cheirem longe de mim) que não adotam esse comportamento "lacrimejante", e cheiram muito bem... Pele com cheiro do sabonete... Mexem os cabelos, e o cheiro é diferente... Mas divago.

Essas aí só passam a ser um "problema" (que palavra forte...) quando falam e falam, palavras e mais palavras, e não dizem nada (e depois eu é que sou prolixo)... "Po, cara, na moral, aí, tipo assim, sei lá..."... Mas tanto faz; basta ser mais objetivo: elas não têm que falar. Hehehehehe...

Caso alguma mulher algum dia venha a ler este post e se sinta indignada, primeiramente devo dizer que sinto muito pela sua falta de senso de humor. E, em segundo lugar, digo para prestar atenção e ver que a frase "elas não têm que falar" está inserida num contexto de cunho mais "físico" (na verdade não está, mas minha intenção era que estivesse...), de forma alguma indicando que "nenhuma mulher precisa falar". Inclusive, mulheres que sabem falar (por saberem pensar) são extremamente apreciadas por aqui...

Deixando o elogio/depreciação acima (não imediatamente acima; o que eu estava escrevendo antes do parágrafo-explicação) relacionado a alguma mulher (porém escrito de forma genérica) de lado (tadinha da menina; eu acho que ela vai melhorar com o tempo, se andar com as pessoas certas...), mas ainda sobre mulheres (até porque este parado blog vinha seguindo uma linha séria demais): felizmente tiveram a decência de contratar uma secretária bonitinha para trabalhar onde estudo a língua do Kung Fu (se não sou capaz de dar voadoras de verdade, pelo menos vou saber falar como os caras que dão, hehehehe...)!

Certo, o parágrafo acima ficou confuso, com parênteses demais, mas como minha antiga professora de redação não vai lê-lo, não me importo.

Voltando. Fui eu, então, todo serelepe e pimpão (mentira), falar com a moça... Perguntei o que ela estudava (a menina já tinha mencionado algo sobre um estágio antes), e a garota foi ficando cabisbaixa... Disse que tinha parado, pois estava com problemas... Aí ela foi encolhendo, os olhos foram se apagando, e uma pequena nuvem cinza começou a se formar sobre a cabeça dela...

Percebendo que eu havia começado muito mal, rapidamente tentei trocar de assunto... A Páscoa vinha aí, logo: chocolate! Qual a probabilidade de uma mulher não se animar falando sobre chocolate? Perguntei, então, se ela ganharia muitos ovos de Páscoa... E a tal nuvem cinza se tornou ainda mais volumosa; comecei a ver os raios e a ouvir os trovões... A garota disse um 'não' absurdamente triste, meio "para dentro", arrastado, e foi encolhendo ainda mais... Acho que até o ambiente foi começando a ficar em preto e branco...

Sério, fiquei com tanta pena que até pensei em comprar um ovo de Páscoa para a coitada! Só não o fiz porque isso é coisa de "menino bonzinho"...

Mais uma vez, voltando: só estávamos os dois ali, e eu, claro, querendo executar a "manobra avestruz" e enterrar minha cabeça na terra... Afinal, se com esses dois assuntos eu tinha gerado tal reação, se eu tentasse mudar de assunto mais uma vez, era capaz de a garota tentar se matar, ali mesmo, ou morrer sufocada na própria depressão, que havia se tornado palpável, naquele momento, já...

Felizmente, fui "salvo" pelos demais alunos do curso, que chegaram, interrompendo a conversa, e permitindo que a aula começasse (afinal, eu era o único aluno por lá; todo mundo sempre chega atrasado)...

É como uma amiga minha diz, mesmo: eu não devo abrir a boca perto de mulheres... Hahahahaha...

Hoje tenho aula... Vamos ver se me saio melhor... Ou se levo uma voadora da professora por estar puxando papo com a menina que deveria estar trabalhando em vez de me dando atenção (e passando a necessitar desesperadamente de apoio psicológico no processo).

Isso, é claro, assumindo que ela esteja lá.

domingo, 12 de abril de 2009

Perfume - A História de um Assassino

Eu tenho medo desse filme até hoje. Não por ser realmente assustador, mas por ter me tirado duas horas da minha vida. Vejam só o título do filme: PERFUME: THE STORY OF A MURDERER. Agora, pensem. Pensem um pouco, e imaginem do que se trata o filme. É meio óbvio que se trata de um assassino, mas vejamos, provavelmente é relacionado com o ofício de fazer perfumes. Então porra, você pensa que o assassino provavelmente deixa as vítimas com um odor, ou então usa algo das vítimas para fazer perfumes. No fim, você pensa que o cara é tipo um Jack Estripador, um assassino serial, que tem uma psicose ou algo assim.
Agora pegue tudo o que você pensou e JOGUE NO LIXO. A coisa é ruim, mas muito ruim mesmo. A história se passa na França no século 18, e conta história de um mané que nasceu na merda, mas tem o incrível poder de ter um olfato super apurado. O moleque acaba parando num orfanato, onde ele fica o dia inteiro calado só cheirando as coisas, porque, segundo o narrador, ele não tinha a consciência do que era um cheiro ruim de um bom.
Qualquer pessoa normal já desconfiaria que este filme é uma bosta. Na boa, ninguém quer saber da história de um X-Man que gosta de dar um fungada no século 18. O que te faz ir em frente, é que apesar dos pesares o filme é bem executado. Tem bons cenários e boa fotografia, o que acaba fazendo com que o espectador sofra da síndrome de "dá uma chance".
Um dia o moleque é vendido para trabalhar num curtume, aí ele se fode pra cacete, porque curtume fede a dar com pau. Mas aí, um dia, o filho da puta acaba indo ter que fazer uma entrega em Paris, e dá de cara com uma menina. O cara ao invés de ficar afim da menina, quer saber de dar um fungada nela. Logicamente ela fica assustada, e como o nosso X-man é muito gentil, ele tenta tapar a boca dela mas acaba matando a menina. O cara fica alucinado, e tenta cheirar ela o máximo que pode, até o odor dela se esvai.
Daí o cara fica obcecado pelo odor da menina. Algum tempo depois, ele acaba escapando do dono dele, e consegue se encontrar com um perfumeiro decadente (Dustin Hoffman). O nosso X-man demonstra pro perfumeiro que ele é fodão com o seu nariz, e faz uns drinks de odores (não tou zoando, ele mexe os frascos como um barman) e convence o Dustin Hoffman e ensinar a arte do perfume.
Neste momento, o filme desperta um pouco de interesse, pois afinal você pensa: "Porra, o Dustin Hoffman não vai fazer um filme tão merda!". O perfumeiro ensina pro X-Man que os perfumes tem 12 odores e um 13º odor sinistro boladão que faz o perfume ser realmente bom. O nosso X-Man segue com a paranóia de preservar odores mas percebe que as técnicas do perfumeiro são limitadas. O perfumeiro só sabe extrair essências por um processo de destilação que funciona bem com flores e ervas. O nosso incrível protagonista é tão inteligente que ele tenta destilar metais, tecidos e até o gato do perfumeiro.
E é nesta hora que você começa a ficar puto. Quase metade do filme foi embora e o espectador começa a ver uns problemas:
  1. O puto ainda não matou ninguém. Tá certo, matou e menina mas foi sem querer. Tá escrito bem grande no cartaz: HISTÓRIA DE UM ASSASSINO. Quando ele vira um assassino?
  2. O nosso futuro assassino é BURRO. Mas não é pouco burro, é burro pra cacete. Ele não te causa nenhum tipo de admiração ou espanto. Ele só tem o super poder de cheirar. E só.
  3. O nosso protagonista tem uma atuação muito chinfrim. Mais nada a declarar.
O garoto que cheira então, decide que tem que aprender mais sobre perservar odores então ele faz muitas receitas de perfumes pro Dustin Hoffman e vaza pra uma cidade que tem tradição em perfumes. No meio do caminho, ele fica meio EMO e descobre que ele mesmo não possui nenhum odor (até parece, o cara devia feder muito), e fica tristinho e depressivo, o que faz com que ele fique ainda mais obcecado com a história de fazer o perfume boladão de 13 essências.
Na cidade dos perfumes sinistros ele descobre que se ele cobrir as coisas com gordura animal e depois destilar, ele consegue preservar o odor que ele quiser. Eu não sei o que se passa na cabeça de quem escreveu esta BOSTA, mas porra, é foda alguém acreditar que se eu lambuzar alguma coisa com sebo e depois pegar o sebo e cozinhar eu vou pegar o cheiro daquela coisa.
O cheirador então resolve usar o processo numa prostituta. Não dá muito certo, porque ela fica com medo do cara e ele ESPERTAMENTE resolve matá-la. Então tá aí a psicose do nosso assassino. Ele mata a mulher porque tem o fetiche de dar banho de sebo. Não consigo exprimir a minha raiva por esse enredo. É idiota. O cara mata pra fazer perfume. Ele não é inteligente, ele não é desafiado, a única coisa que o leva a seguir em frente é que ele quer fazer um perfume.
Daí pra frente, ele vai coletando meninas e as matando, causando terror na cidade. Logicamente a última menina é mais difícil de se matar (tem que rolar um suspense), mas ele fácilmente rastreia a menina (cheirando o caminho). Ao finalmente terminar seu perfume de camelô, ele é preso e a cidade tá afim de fazer o cara se fuder. Em praça pública ele está prestes a ser executado, mas ele aplica o perfume nele mesmo, e o perfume tem o poder sinistro de fazer as pessoas o idolatrarem.
Agora vem a cereja nesse bolo de merda: ele, no centro da praça, começa a agitar um paninho embebido pelo perfume, fazendo com que as pessoas fiquem ALUCINADAS e comecem a se comer ali mesmo. A cena beira o trash, especialmente quando mostra um padre gordo se engraçando com uma freira (ele faz uma cara de conquistador de botequim impagável).
Nosso herói vendo a galera se pegando.

O X-Man fica bolado com a cena, e vai embora. O perfume tem um efeito tão acachapante que as pessoas se ESQUECEM COMPLETAMENTE do assassino, e pegam um bode expiatório como culpado pelos assassinatos. Em mais uma demonstração de sua natureza EMO, o protagonista volta ao local aonde nasceu e derrama todo o perfume nele, e as pessoas da rua O DEVORAM, e não deixam nem osso pra contar história. THE END.

Quando eu penso nesse filme, dá vontade de ir cagar.

quinta-feira, 26 de março de 2009

O Dia que a Terra Parou

Mais um manual sórdido de como estuprar um clássico. Caso algum garoto juvenil não saiba, este filme é um remake bem safado do filme homônimo (pra idiotas, quer dizer que tem o mesmo nome) de 1951. Não irei falar muito sobre o original que é muito bom, pois seria chover no molhado.
O enredo é simples e direto. Uma nave espacial desce à Terra num centro populoso. Um E.T sai da nave, tenta se comunicar com os humanos. Os humanos chegam pranchando no E.T. e um robô sinistro sai acabando com todo mundo. O E.T. foge, observa os humanos, e no fim ele volta pro espaço, mas antes avisa que os humanos têm que ficar na encolha se não quiserem comer capim pela raiz.
Este DEVERIA ter sido o enredo. Neste remake vagabundo, eles tentam explicar muita coisa, tentam ser politicamente corretos e terminam fazendo uma pilha fumegante de merda. O filme começa com o Keanu Reeves, numa década distante acampando no Himalaia. Do nada uma bola gigante que brilha suga ele e a cena acaba por aí.
Anos depois aparece a Jennifer Connelly em casa dando esporro no filho do Will Smith, e dá a entender que é filho dela. Depois a gente descobre que ela é ASTROBIÓLOGA (como se essa porra de profissão existisse). O fato é que do nada chamam ela pra uma força-tarefa-secreta-pra-descobrir-algo-bizonho-do-espaço.
Agora PARA TUDO. .... Quem esses roteiristas de merda pensam que enganam? Puta que pariu, ASTROBIÓLOGA? Tipo, na boa, eu sei que existem milhões de pós-graduações no planeta, mas aonde diabos essa mulher andou viajando pra achar seres vivos em outros planetas? Tipo, ninguém vira Astrobiólogo, no máximo você estuda astrobiologia e mesmo assim com as suas limitações.
Outra coisa, eu sempre me surpreendo como os idiotas de Hollywood acham que impressionam quando seqüestram um monte de cientistas pra descobrir algo, e mais idiota ainda, do nada, sem nunca se verem os cientistas em cinco minutos conseguem formular teorias elaboradíssimas.
Agora continuando com a história: os cientistas descobrem que tem um bagulho gigante espacial vindo pra Terra. Passado o drama tosquíssimo das pessoas achando que um meteoro veio pra triturar a galera, chega uma bola gigante no Central Park de NY, tipo a que sugou o Neo na primeira cena. Junto com essa, milhares de outras menores pousam em vários locais do planeta. Como sempre nesses filmes, geral se junta em volta do OVNI com armas em punho. Da bola sai uma massa disforme que deveria ser o E.T. e pra variar a raça humana faz a cagada de receber o ser alienígena a chumbo. Da bola gigante sai um robô gigante BOLADÃO que já chega revidando. O E.T. pede pro robô parar e a Jennifer Connelly leva ele pra uma sala de cirurgia aonde aos poucos ele vai perdendo as camadas de gosma e vai virando o Neo (nossa... que surpresa....). O E.T. vai aprendendo a falar a nossa língua e começa aquele esquema de maluquinhos do governo o interrogarem.
Até aí o filme é aceitável. No original as coisas eram mais simples pelo fato do aparato tecnológico da época ser mais primitivo. Hoje em dia monitoramos o espaço e temos muitos mais satélites e telescópios.
O fato é que o Neo tá tentando mandar uma mensagem pro mundo todo e como os humanos são gente muito boa, negam isso a ele. Ele fica puto, esculacha geral, e com a ajuda da Jennifer Connelly, sai viajando por aí. Daí pra frente a história vai virando uma escrotice completa, porque a Jennifer precisa cuidar do filho do Will Smith, que através de um dramalhão tosquíssimo, descobrimos que não é filho dela, mas filho do falecido marido dela que morreu trabalhando como soldado-engenheiro no Iraque. Logicamente rola aquele drama de filho que não gosta da madrasta, mas o que deveria te comover te irrita, porque o filho do Will Smith é um moleque irritante pra cacete. Você fica pedindo pro Neo matar ele ou dar uma banda nele só pra ele calar a boca.
Nesse meio tempo o Neo marca um encontro com um "amigo". Eles vão pra um McDonald's e começam a conversar no que eu achei que era Chinês, e você saca que o outro sujeito também é um E.T. que tava na Terra a mais tempo e tava observando geral para decidir o futuro da raça humana. O Neo decide que vai rapinar os humanos da Terra e começa o "processo". Ele procura uma das bolas pequenas que pousaram e elas começam a reagir. Neste ponto, qualquer pessoa com um pouco de cérebro já adivinha tudo o que vai acontecer. As bolas começam a atrair animais para dentro e elas vão ascendendo, e rapidinho você saca que isso é tipo uma arca de Noé alienígena e você percebe que este é um filminho ecologicamente correto, solidário, sustentável e carbono zero.
Rapidamente a Jennifer Connelly saca o que tá acontecendo e começa o papinho de "a raça humana é escrota mas nem tanto" e "nos dê uma chance" e Neo vem com a conversa de "vocês avacalharam com o planeta". Ela tenta convencê-lo levando-o a um cientista famoso e vem aquele discurso de "nós temos coisas boas", o que já era ruim só vai piorando. Nesse meio tempo o exército fica tentando zoar com o robô gigante do Neo e se fode completamente, pois o robô começa a se dividir em nano-insetos-metálicos-devoradores-replicantes e começam o processo de extinção dos humanos. Logicamente no fim, o filho do Will Smith fica amiguinho da Jennifer Connelly e comove o Neo, que para o processo de esculhambação com os humanos e todos na Terra aprendem que devem ser solidários, sustentáveis e carbono zero.
O filme é irritante, previsível e ao contrário do primeiro, é piegas até não poder mais. No primeiro filme o E.T. nunca chega realmente a ameaçar os humanos, ele só demonstra seu poder ao interromper toda a energia do planeta por um curto período de tempo. O primeiro filme é muito mais interessante pois mostra o E.T. passando o tempo com um garoto filho de mãe solteira e eles desenvolvem amizade e o E.T. usa isso como meio de avaliar a raça humana. E o mais importante, o RECADO do E.T. no primeiro filme é muito mais importante. Ele avisa que a Terra tem que ficar piano, pois se não ficarem eles vão mandar o robô sinistro (GORT) de volta pra enfiar a porrada nos humanos pois eles não admitem zoação na galáxia.
Neste filme, os produtores apostaram na mensagem ecologicamente correta mas SE FUDERAM porque esta merda afundou na bilheteria.

Vamos aos quesitos.
Atuação: uma merda. A Jennifer Connelly fez o papel nas coxas. O Neo ligou o automático e cagou. O filho do Will Smith tem metade da culpa por esse filme ser uma merda, pra vocês verem o quanto esse moleque é irritante.
Efeitos: o robô nesse filme realmente ficou muito legal.
Direção: pobre, não tentou fazer nada de interessante. Se ateu a contar uma história fraca que não aproveitou os pontos interessantes do filme original. Tentou impressionar com a cena de fim do mundo e falhou miseravelmente.

Nota: 3,5